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Rio de Janeiro, 14/06/2013 - Edição nº 844  


Colunistas

W.J. Solha
FÚCSIA
...como a poeta - bem mais próxima de nós, pessoenses – mostra, fúcsia é aquela cor que pinta & borda as calçadas sob os nossos intensos jambei-ros, em todo setembro.

Pedro Franco
BORDÕES E MELANCIAS
Quem de nós já não frequentou um novo ambiente e percebeu que os conviventes habituais tinham certos bordões. Usavam e era como se fosse uma linguagem própria daquele grupo.

Carlos Trigueiro
QUO VADIS HISPANIA
A notoriedade dos matizes espa-nhóis já não se restringe, outra vez, às imolações nas "plazas de toros" ou à magia dos pinceis de Goya, Velazquez, Sorolla. Nem se limita ao descortínio de...

Francisco Simões
CÓDIGO NACIONAL DE TRÂNSITO
Como abusam no dirigir em zigue-zague, motoristas, motoqueiros e ciclistas, cortando-nos inesperada-mente e fazendo manobras arriscadas...

Alberto Cohen
CÁRCERE
Sentia-se como alguém que em-barcasse num trem errado e não reconhecesse nenhum rosto, ne-nhuma estação para desembarcar.

Luiz Carlos Amorim
COISAS DE SANTA CATARINA E DE PORTUGAL
Andando por Portugal, descobri coi-sas comuns, como já houvera des-coberto de outras vezes, coisas de lá que temos também aqui no Brasil.

Enéas Athanázio
HERÓIS DO AR
História admirável de homens corajosos e decididos, imbuídos do “espírito da linha”, e que não titubeavam em arriscar a própria vida para que não houvesse interrupção ou atraso na entrega dos malotes postais.

Sarita Barros
APANHADO GERAL
Fiquei emocionada com os jardins multicoloridos de tulipas, com os bosques de bétulas (cujas cascas serviram para os primeiros escritos russos), com os dentes-de-leão ocupando todo espaço não plantado pelo homem.

Isabel Vasconcellos
DOENTES MENTAIS
Começamos, portanto, a compreen-der que “doença mental” é um termo genérico demais, que na maioria absoluta das vezes não é sinônimo de “perda da razão” e nem de descontrole dos próprios atos.

Everardo Maciel
A MALDIÇÃO DOS BOURBON
Talleyrand (1754-1838), notável polí-tico e diplomata francês, reservava um juízo pouco lisonjeiro sobre os Bourbons, ao sentenciar que eles nada esqueciam e nada aprendiam.

 


W.J. Solha informa que, quem quiser receber - sem qualquer despesa - seu novo poema longo - "Esse é o Homem", que deve sair em dez, quinze dias - é só mandar o endereço postal para wjsolha@superig.com.br.


 




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